sábado, 12 de maio de 2007

Estudantes tiram dez em tolerância na diversidade
As estudantes de enfermagem da Unip (Universidade Paulista), Milena Barbosa, 24 anos, e Margareth Rizzi, 27, tiveram este ano uma lição de tolerância. Elas contam que, em um debate na sala de aula sobre transfusões sangüíneas, conheceram a opinião de uma amiga da turma que é adepta do movimento religioso Testemunhas de Jeová, que não permite essa prática. “Foi um assunto polêmico, mas é a religião dela. Não é questão de aprovar, mas de entender”, diz Milena.O tema da tolerância voltou a fazer parte das conversas nas universidades após a tragédia do dia 16 na Universidade Técnica da Virgínia (EUA), quando o estudante sul-coreano Cho Seung-Hui executou 32 pessoas e depois se matou. “Todo mundo na universidade tem uma cabeça diferente, interesses diversos. Mas, aqui no Brasil, aprendemos a pelo menos conhecer melhor o diferente”, diz.
Pois é, sempre é muito bom o diálogo entre as pessoas e as entidades, sejam religiosas ou não, para uma harmonia melhor entre as pessoas. Foi citado o caso de se entender melhor a posição tomada pelas Testemunhas de Jeová com relação ao sangue com intenção de um respeito pelo que os outros crêem. Agora o outro lado da moeda: as Testemunhas de Jeová sempre sentem a necessidade de serem compreendidas e não questionadas, mas a recíproca não é a mesma. Como assim? Lanço um desafio: convide qualquer Testemunha de Jeová para somente ir visitar sua Igreja, ou fazer uma oração com você, ou mesmo ler um livro de outra denominação religiosa. Sabe qual vai ser a resposta delas? Um sonoro não! Sabe por quê? Porque essa história de tolerância só serve de outras pessoas para com elas e não o contrário. Veja algumas de suas idéias:

”Apesar de recentes extraordinários acontecimentos políticos, sabemos que Jeová em breve agirá decisivamente contra a cristandade e contra todas as outras religiões falsas”. (Revista A Sentinela 01/06/1991)
Bem, se nenhuma religião presta, de acordo com essa declaração, existe uma salvação ou solução para isso?
“Por meio do estudo, Nora veio a reconhecer que há muitas religiões falsas e muitos falsos profetas, mas apenas um caminho que conduz à vida”. (Revista A Sentinela 01/09/1994)
Qual será esse caminho ÚNICO e verdadeiro? Que tem esse PRIVILÉGIO aqui na Terra? Adivinhem!!
“Uma coisa é informar-se sobre as origens e as crenças das religiões falsas, mas alimentar a mente com elas é algo bem diferente. Jeová designou “o escravo fiel e discreto”(Associação das Testemunhas de Jeová) para fornecer o ensinamento baseado em Sua Palavra”. (Revista A Sentinela 15/10/2000)
Pois é, como pode-se notar, é interessante para Torre de Vigia adotar esse papel de sempre ser vítima de perseguição por parte dos outros, mas no entanto nas suas publicações prega exatamente o que condena. É uma denominação religiosa exclusivista, acha-se a única em todo o Universo que detém a VERDADE e que tem repúdio por qualquer outra forma de religiosidade que não seja a deles.


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