sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007


A revista “A Sentinela” 15 de julho de 2003 nos fala sobre se questionar algo é útil ou não. É colocado o seguinte: “Também é fácil iludirmos a nós mesmos. Na realidade, pode ser muito difícil deixar de lado ou mesmo questionar opiniões que prezamos muito. Por quê? Porque desenvolvemos um apego emocional aos nossos conceitos. Podemos então enganar a nós mesmos por racionalizar — por inventar motivos para justificar crenças que, na realidade, são erradas ou enganosas”. Como a própria Torre de Vigia afirma, temos que tentar ser equilibrados nas nossas análises das doutrinas, principalmente quando o assunto se refere a adoração de Deus.
“E aqui, antes de continuar este espetáculo, é necessário que façamos uma advertência a todos e a cada um. Neste momento, achamos fundamental que cada um tome uma posição definida. Sem que cada um tome uma posição definida, não é possível continuarmos. É fundamental que cada um tome uma posição, seja para a esquerda, seja para a direita. Admitimos mesmo que alguns tomem uma posição neutra, fiquem de braços cruzados. Mas é preciso que cada um, uma vez tomada sua posição, fique nela!” (Texto da peça de teatro “Liberdade Liberdade” de Millôr Fernandes e Flávio Rangel)


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2 comentários:

  1. Pascoal, gostei muito de seu Blog, está muito bom mesmo. Estão ótimas todas as matérias postadas.

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  2. Não. Não pode. Questionar é a coisa que uma Testemunha não pode fazer.
    Voce pode questionar a cor da toalha do salão do reino, a cor da cortina, eu acho.
    Nunca um conceito ditado pela Sociedade, mesmo que ele tenha ou seja complexo, por exemplo, a questão do aniversário natalício, todo mundo sabe que não tem base segura, mas todo mundo obedece, ou pelo menos finge.
    Aniversário de casamento pode, prestar honra aos aniversariantes nesse caso pode.
    Sempre achei isso uma bobagem, sempre fui orientada a não discutir o assunto, a obedecer cegamente, pois estaria obedecendo ao próprio Jeová e se eu questionasse ... Satanás estaria por trás.
    Muito cômodo para a Sociedade. Granjear obediência por infringir o medo. O medo da destruição. É assim que funciona.

    Josita

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