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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O NOME JEOVÁ E A DATA 25 DE DEZEMBRO - Por Percy Harding


O Corpo Governante das Testemunhas de Jeová, falha sistematicamente ao transmitir o "alimento espiritual no tempo apropriado" qual "canal" exclusivo de comunicação de Deus para a humanidade. Muitas vezes, o erro se evidencia pela incoerência doutrinal. Considere dois exemplos: o uso do nome Jeová e a data de 25 de dezembro. À primeira vista, pode parecer que um assunto não tem nada a ver com outro. Mas, pense nas seguintes questões:
1ª - A data correta do nascimento de Jesus Cristo é 25 de dezembro?
2ª - A pronúncia correta do nome de Deus é Jeová ?
O que proponho aqui não é argumentar a favor de uma questão contra a outra, ou se ambas estão certas ou erradas. Antes, o objetivo é mostrar como o ensino da organização TJ tende a ser incoerente. Ocorre que, ao rechaçar o 25 de dezembro como a data do nascimento de Jesus, a Torre de Vigia utiliza argumentos que, com alguma pesquisa comparativa em suas próprias publicações, revelam-se basicamente os mesmos que ela se vale para defender a questão da pronúncia do nome Jeová.

Vejamos cinco pontos que destacam isso:

1º Argumento: A bíblia não fornece a data exata

A Palavra de Deus não fornece a data do nascimento de Jesus. - A Sentinela 15/04/05, p. 30 A Bíblia realmente não diz a data do nascimento de Jesus - A Sentinela 15/12/05, p. 6 "... Não há absolutamente nenhuma autoridade bíblica para o 25 de dezembro ter sido o dia da Natividade." - A Sentinela 15/12/80, p. 27

1ª Incoerência: Será que a Bíblia fornece a pronúncia exata do nome de Deus?

Visto que o hebraico bíblico era escrito sem vogais, não há maneira de se saber com exatidão como Moisés, Davi e outros da antiguidade pronunciavam as letras que constituem o nome divino. - A Sentinela 15/05/02, p. 6

2º Argumento: 25 de dezembro é uma "data popular"

A data popular de 25 de dezembro como o dia do nascimento de Jesus, portanto, não tem nenhuma base nas Escrituras. ... a data 25 de dezembro não é correta – It-2 Jesus Cristo, pág. 540 Foi só no quarto século E. C. que se passou a fazer registro da observância duma festa natalina. - A Sentinela 15/12/78, p. 11

2ª Incoerência: Será que o nome Jeová não passa de uma forma popular ?

Na Europa, a forma "Jeová" é amplamente reconhecida já por séculos. ... Portanto, em vez de tentar representar a pronúncia hebraica original, a Tradução do Novo Mundo, em todas as suas diferentes línguas, usa a forma do nome de Deus que é popularmente aceita. - A Sentinela 01/03/91, p. 29 "Jeová" é a pronúncia mais conhecida do nome divino, em português, embora a maioria dos hebraístas seja a favor de "Javé" (ou "Iahweh"). ... As consoantes hebraicas do nome, portanto, são conhecidas. A questão é: Quais são as vogais que devem ser combinadas com as consoantes? Sinais vocálicos só vieram a ser utilizados no hebraico na segunda metade do primeiro milênio EC. - It-2 Jeová, p. 493

3º Argumento: Se Deus quisesse teria preservado o registro da data para nós


Se Deus tivesse desejado que os cristãos celebrassem o nascimento de Jesus, então a Bíblia nos forneceria a data exata. Será que ela fornece a data?. . . . Nem era importante saber o tempo; pois, se tivesse sido, Deus teria preservado o registro dele para nós." - A Sentinela 15/12/02, p. 5

3ª Incoerência: Será que Deus se empenhou em preservar a pronúncia exata de seu nome?

... O fato é que, embora Deus tenha preservado a grafia do seu nome "YHWH" mais de 6.000 vezes na Bíblia, ele não preservou a pronúncia que Moisés ouviu no monte Sinai. (Êxodo 20:2) Por conseguinte, a pronúncia não é de suma importância em nossos dias. - A Sentinela 01/03/91, p. 29

... a pronúncia exata do nome de Deus, conforme soletrado no hebraico dos dias de Moisés, não é conhecida agora. - A Sentinela 15/07/74, p. 427

...atualmente, não se pode ter certeza absoluta da pronúncia ... - It-2 Jeová, p. 495

4º Argumento: Eruditos e outras fontes reconhecem que o 25 de dezembro não é a data do nascimento de Jesus

Atualmente, os eruditos, em geral, reconhecem que a data de 25 de dezembro NÃO é a data natalícia de Jesus Cristo. - A Sentinela 15/12/78, p. 11 A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) apóia isto: "A data do nascimento de Jesus Cristo pode ser calculada apenas aproximadamente. " Sobre a data atribuída ao nascimento de Cristo, ela diz: "A data de 25 de dezembro não corresponde ao nascimento de Cristo - A Sentinela 15/12/90, p. 4

4ª Incoerência: Será que os eruditos reconhecem como correta a pronúncia Jeová para o nome de Deus?

Neste último século, porém, os eruditos bíblicos têm preferido a pronúncia "Iahveh", ou "Iavé", concordando, em geral, que esta é a forma mais próxima da pronúncia do Nome no hebraico original. Mas, a maioria das pessoas, hoje em dia, não fala hebraico. Falam outras línguas. - A Sentinela 15/03/70, p. 166 Muitos eruditos hebraicos favorecem agora a pronúncia "Iavé" (ou "Javé"). Mas, atualmente, ninguém pode dizer com certeza como, por exemplo, Moisés pronunciou o nome divino. Em Vetus Testamentum (out. 1962), o Dr. E. C. B. Maclaurin declarou: "É preciso repetir que não há nenhuma evidência primitiva, conclusiva, de que o nome fosse alguma vez pronunciado Iavé, mas há abundante evidência primitiva de Hu’, Iah, Io-, Iau-, -iah e talvez -io." O Dr. M. Reisel, em The Mysterious Name of Y. H. W. H., disse que a "vocalização do tetragrama, originalmente, deve ter sido IeHuàH ou IaHuàH". Contudo, o Cânone D. D. Williams, de Cambridge, afirmou que "a evidência indica, não, quase que prova, que Javé não foi a pronúncia verdadeira do tetragrama, . . . O próprio Nome foi provavelmente JAHÔH". — Zeitschrift für die alttestamentliche Wissenschaft, Vol. 54. - A Sentinela 01/11/78, p. 12

5º Argumento: Celebrar a data de 25 de dezembro equivale a mentir; promove uma falsidade

Se o 25 de dezembro não é o natalício de Jesus, celebrar esta data como se fosse seu aniversário natalício é equivalente a mentir. Conforme você mencionou na sua carta, como pode o cristão que ama a verdade e que está sob a ordem de ser honesto ainda promover uma falsidade? - A Sentinela 15/12/86, p. 6 ... Para que a celebração honrasse a Jesus Cristo, não devia apresentar o assunto o mais perto possível dos fatos? ... Veja a própria data — 25 de dezembro. A Bíblia não nos fornece a data exata do nascimento de Jesus. ... De modo que a data de 25 de dezembro realmente deturpa os fatos a respeito do nascimento de Jesus em Belém. Sabia disso? - A Sentinela 15/12/75, p. 739 Os que andam na verdade ... não comemoram o Natal, celebração realizada em 25 de dezembro. "Não se sabe exatamente o dia em que Jesus nasceu", admite a Enciclopédia Delta Universal.- A Sentinela 15/07/02, p. 22 ...torna-se claro que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. ... Assim, celebrar o seu natalício por meio do Natal, em 25 de dezembro, é totalmente impróprio para os que se guiam pelas Escrituras Sagradas. - A Sentinela 15/12/80, p. 29

5ª Incoerência: Utilizar extensivamente Jeová como o nome de Deus, quando não corresponde a pronúncia correta, não equivale a mentir ? Não promove uma falsidade?

...não há certeza sobre que vogais deviam ser usadas para completar o nome. Formulou-se a pronúncia Iehováh pela combinação dos sinais vocálicos de duas palavras hebraicas, Adonai (Senhor) e Eloím (Deus), com o tetragrama. Finalmente, numa forma latinizada, tornou-se "Jeová", em português. - A Sentinela 01/08/80, p. 7
... embora a palavra "Jeová" seja classificada como "monstruosidade" , ela contém em inglês as quatro consoantes básicas do tetragrama hebraico (em português é grafado na forma fonética). Estas consoantes foram combinadas com as vogais da palavra hebraica Adonai (Senhor) para constituir o nome Jeová. - A Sentinela 01/12/70, p. 727 "Javé" (às vezes "Iavé" em outras línguas) é simplesmente uma tentativa de expressar o nome de Deus numa forma mais próxima ao original hebraico.- A Sentinela 01/08/80, p. 6 Além dos pontos mencionados acima, vários outros poderiam ser citados das publicações da Torre para demonstrar sua incoerência. Por exemplo: ampliando um pouco mais a questão da pronúncia, encontramos em A Sentinela 15/03/89, p. 27 o seguinte relato :

Visto que o dialeto chinês é tonal, a mais leve variação de pronúncia pode transmitir uma mensagem totalmente diferente. Como ilustração: Foi bem engraçado quando uma pioneira que falava hokkien trabalhava numa área cantonesa, dizendo às pessoas que ela era "estudante louca", quando pretendia dizer que era "estudante da Bíblia".
Como é possível a organização reconhecer que "a mais leve variação de pronúncia pode transmitir uma mensagem totalmente diferente" e ainda assim não se sentir constrangida em usar uma forma para o nome de Deus que não corresponda a pronúncia exata? Também não é mais possível aceitar passivamente argumentos que induzem o leitor a conclusões forçadas. Veja o seguinte raciocínio extraído da brochura "Nome Divino", páginas 7 e 8:

Como É Pronunciado o Nome de Deus? A verdade é que ninguém sabe com certeza como o nome de Deus era pronunciado originalmente. Por que não? Bem, a primeira língua usada na escrita da Bíblia foi o hebraico, e ao escrever a língua hebraica os escritores escreviam apenas consoantes — não vogais. ... Os israelitas conheciam a pronúncia do Nome, e, quando o viam por escrito, supriam as vogais automaticamente (assim como para o leitor em português a abreviatura "btl" representa "batalhão" e "ctvs" representa "centavos"). ... com o passar do tempo, a própria antiga língua hebraica deixou de ser usada na conversação diária, de modo que por fim se perdeu a pronúncia hebraica original do nome de Deus.
O fato é que a questão não é tão simples como a organização quer fazer parecer. Por exemplo, não é verdade que as consoantes "btl" em português representem exclusivamente "batalhão". Poderia ser "betel", "batel", "batalha", etc. O mesmo se dá com as consoantes "ctvs": além de "centavos", poderia representar "cativos", "cotovias", etc. Então, é possível formar palavras bem diferentes uma das outras, tanto na escrita, como no sentido, como na pronúncia. Portanto, se "por fim se perdeu a pronúncia hebraica original do nome de Deus", é impossível atualmente determinar corretamente que vogais eram supridas para completar as consoantes do Tetragrama.

Conclusão:

Para ser coerente com suas próprias declarações, a organização Torre de Vigia teria sim de continuar 'ensinando' seus adeptos a evitar celebrar o Natal. Afinal, o 25 de dezembro não corresponde exatamente a data do nascimento de Jesus. Por outro lado, ela também teria de abandonar o uso do nome Jeová, por não ser a correta pronúncia do nome de Deus. Já que dificilmente ela abandonará a forma "Jeová", pelo menos não deveria ser tão incisiva em rebater o 25 de dezembro, pois afinal o Natal "tem sido considerado como ocasião para os "cristãos" se "[unirem] no sentimento de alegria pelo nascimento de Cristo". (W91 15/12, pág. 4) Ou como disse um clérigo duma Igreja de Sião, em Tóquio, "desde que pessoas comuns se interessam no cristianismo em 25 de dezembro e vêm a aprender os ensinos do honorável Jesus, o Natal tem seu lugar no cristianismo" . (W91 15/12, pág. 6) Muitos concordam com este raciocínio. Acha correto fazer concessões assim? Para as Testemunhas de Jeová o Corpo Governante decretou que não ! http://extestemunhasdejeova.org/forum/viewtopic.php?f=11&t=2648

13 comentários:

  1. O cara, mas aí você já está manipulando. É bem verdade que há controvérsias sobre a correta pronúncia do nome divino, mas quanto ao Natal, é de conhecimento público que a comemoração do mesmo deriva de festas pagãs, chamadas "Saturnais" ou "Solstício de Inverno", realizadas sempre no dia 25 de dezembro. Todos os símbolos natalinos (árvore, presentes, ceia noturna) são pagãos. A estrela da árvore chega ser um símbolo satânico, inclusive. Ora, se não é uma festa bíblica, nenhum cristão é obrigado à sua observância. Sua analogia é, no mínimo, ambígua.

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  2. sou uma estudante da biblia. E gostei de aprender mais sobre os cotums natalino.
    e estou me esforsando para ser bublicadora

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  3. QUER DIZER QUE NÓS NÃO PODEMOS ADORAR A JEOVÁ? OLHA QUE ELE EXIJE DEVOÇÃO EXCLUSIVA!! NÃO HÁ OUTRO DEUS TODO PODEROSO. SE TIVER ME MOSTRE.1 CORINTIOS 15: 22-28. SOBRE O NOME DE JEOVA, VEJA ATOS 15:14

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  4. O parceiro voce esta defendendo uma tese propria sem argumentos Biblicos as comemoraçoes natalicias sao legais mais nao tem nenhuma base biblica,o nome de Deus sim esta na biblia independente da pronuncia OBS:Nao sigo nenhuma religiao mais acredito plenamente na biblia.

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  5. Amigos, a origem do Natal não é pagã, sabiamente trasnformou-se a comemoração pagã do solstício de inverno em uma festa sagrada pois JESUS é real, nasceu verdadeiramente, nascimento proféticamente anunciado no V T.
    DEUS nos criou de inteligencia, discernimento, criatividade e demais atributos alem de lívre arb´trio para podermos decidir, criar, mudar, interpretar. O Natal comemora-se o nascimento do SALVADOR(EMANUEL) isto é válido é importante é sério.

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  6. Quero dizer que o TODO PODEROSO quando indagado por Moises no monte sobre qual nome êle falaria aos israelitas, respondeu assim: diga ao povo que o EU SOU me enviou a vós. E mais a melhor tradução para o tetragrama IHWH
    é ETERNO.Muito mais correto e próximo do tetragrama pois DEUS está muito acima desta ridícula e pequena pendenga.

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  7. shalom,prezados.

    Quero parabenizar-vos pela objetividade religiosa fundamentada nos termos democráticos,que traz por resumo a busca pela emet (verdade).
    Expressando minha contribuição para com esta fiel jornada, vos convido a visitar o meu Blog abaixo
    descrito: falandoporysrael.blogspot.com

    י ה ו ה YHUH seja sempre convosco.

    Atenciosamente,

    Yahoshafat Ben Yaacov.

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  8. sabemos que Deus tem nome proprio embora não temos certeza de sua pronuncia exata mas não há nada na biblia que indique que devemos abandonar o nome de Deus, ou pior,substitui-lo, porque não conhecemos sua pronuncia, que teria sido preservada se tivesse importancia, o mesmo acontece com a data do nascimento de Jesus, foi esquecida porque não tinha importancia, mas, escolher uma data pagã de orgias, para comemorar este acontecimento é unir o sagrado ao profano

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  9. SHALOM PARA TODOS OS KADOSHIM DE YHUH.

    JÁ QUE OS RABINOS TÊM SE MULTIPLICADO E OS POUCOS TALMIDIN TÊM SE DIMINUIDO, VEJAMOS QUEM SE ACHA NA JUSTA INSPIRAÇÃO DO RUACH HA KODESH.

    QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA.

    QUEM TEM SABEDORIA PARA ENTENDER, QUE ENTENDA.

    QUEM TEM RESPOSTA PARA DAR, QUE RESPONDA.


    QUANDO KAIN MATOU HEVEL, BERESHIT (GÊNESIS) 4: 16 17 DIZ QUE ELE FOI EXPULSO DE DIANTE DA FACE DE YHUH E HABITOU NA TERRA DE NODE, CONHECENDO ALI SUA MULHER QUE LHE DEU UM FILHO.

    SE YHUH, NO PRINCÍPIO HAVIA CRIADO APENAS UM CASAL, ONDE KAIN ACHOU MULHER PARA DESPOSAR? O QUE DISSER QUE FOI UMA DE SUAS IRMÃS, VAI TER QUE PROVAR, NA ESCRITURA, ONDE EXISTE O RELATO DE QUE UMA DELAS O ACOMPANHOU.


    QUEM TEM OUVIDOS PARA OUVIR, OUÇA.

    QUEM TEM SABEDORIA PARA ENTENDER, QUE ENTENDA.

    QUEM TEM RESPOSTA PARA DAR, QUE RESPONDA.


    ATENCIOSAMENTE,

    YAHOSHAFAT BEN YAAKOV.

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  10. RESPOSTA SOBRE A QUESTÃO: “ONDE KAIN ENCONTROU MULHER.



    Uma das mais enigmáticas interrogativas a circular no âmbito das curiosidades é: onde Kain (Caim) encontrou mulher? Aqui a sabedoria humana tem perecido e os não prudentes têm tropeçado, por não verem que a solução desse mistério está na kadosh multiplicação criativa proveniente da palavra do Eterno YHUH. Observemos o que diz Bereshit (Gênesis) 1: 21 22.

    “E Elohym criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as sua espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie, e viu Elohym que era bom. E Elohym os abençoou, dizendo: frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares, e as aves se multipliquem na terra”.

    Ao criar os peixes de acordo com a espécie de cada um, vemos que YHUH ordenou: “Frutificai e multiplicai-vos”. O mesmo aconteceu também com as aves, quando disse: “E as aves se multipliquem sobre a terra”. Bereshit (Gênesis) 1: 21 22. No efeito da sua kadosh Palavra, peixes e aves se multiplicaram por toda extensão aquática e terrestre. A Palavra que sai da boca de YHUH volta para ele vazia? O livro de Yshayahu (Isaías) dá testemunho que não.

    Yshayahu 55: 11 – “Assim será a Palavra que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei”.

    Ora, conforme o testemunho profético houve a multiplicação dos peixes e das aves, no momento em que o Altíssimo YHUH determinou: “Frutificai e multiplicai-vos”. Nisto, a Palavra dele operou e não voltou para ele vazia.

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  11. CONTINUAÇÃO:


    Com o primeiro casal humano, teria sido diferente? De maneira nenhuma! Ao ser formado do pó da terra esse passou pelo mesmo processo multiplicativo de acordo com o sábio aspecto criativo sobre os animais aquáticos e terrestres. Quando YHUH na criação do homem e da mulher instituiu a formação do primeiro casal, logicamente estabeleceu sua evolução numérica dizendo: “Frutificai e multiplicai-vos”. Bereshit (Gênesis) 1: 27 28. No momento em que essa ordem foi dada a multiplicação aconteceu, surgindo a partir dali outros casais por várias regiões, explicando por esta forma as origens do negro, conforme o continente africano; do branco conforme a Europa; e do amarelo, de acordo com o continente asiático.
    Essas raças, de acordo com a originalidade e aparência física de cada uma, vieram a ser responsáveis por outras misturas raciais. Mesmo após o Dilúvio, essas origens tiveram suas progressões por intermédio das noras de Nôach (Noé) segundo a linhagem sanguínea de seus antepassados. Três filhos; três noras; três raças. Ou os filhos não herdam também os traços fisionômicos pelo lado maternal? Tem filho que parece mais com o pai; e tem que parece mais com a mãe. Isso é comprovado cientificamente.

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  12. CONTINUAÇÃO E RESUMO:


    Voltando à Kain ao ser banido de onde residia, nosso marcante personagem se dirigindo a YHUH disse: “Eis que tu hoje me lanças fora da face desta terra; e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra. E será que todo aquele que me achar me matará”. Eis aqui um fato que Teologia e narrativas históricas não definiram: se na terra não existiam outras pessoas além da família de Kain quem iria matá-lo? Por certo, ele não sentiria tal temor.
    Se seu medo fosse um equívoco de sua parte, YHUH não lhe teria tirado esse pensamento infundado? Sem sombra de dúvidas isso não deixaria de acontecer, pois ele seria imediatamente corrigido. No entanto, com uma direta confirmação ao temor dele, o Altíssimo YHUH decretou a sua sobrevivência, dizendo: “Qualquer que matar Kain, sete vezes será castigado”. Como esse castigo poderia ser determinado pelo Elohym Altíssimo, se na terra não existissem outras pessoas? Logo, o sinal foi posto nele como advertência a outros que na terra também já existiam.
    Outro ponto importante a ser discutido, se refere às irmãs deste amaldiçoado filho de Adam. Dentro dos escritos bíblicos não há sequer uma indicação capaz de mostrar fidedignamente a participação de alguma delas na vida conjugal desse personagem, nem tão pouco de tê-lo acompanhado quando foi expulso do lugar onde habitava. Intrinsecamente o relato demonstra ter ele conhecido sua mulher, quando chegou à terra de Nod.
    É necessário saber que a palavra “conheceu”, descrita textualmente na visão hagiógrafa conforme a Escritura, não deve ser reconhecida no sentido único de “coabitar”. Se alguma de suas irmãs fosse sua mulher, iria Kain esperar chegar numa outra região terrestre além da sua, para poder conhecê-la na forma de coabitação? Deduzo que não esperaria tanto tempo para isso. Esse requisito, sem sombra de dúvida, se revela no sentido de conhecer o desconhecido, o que com ele se deu na terra onde foi habitar, ali conhecendo a sua mulher de família estranha.
    Discordar daquilo que não se aceita não é uma tarefa difícil, mas pode se tornar uma séria complicação diante do ensinamento, do aprendizado, se a discordância não tiver como mostrar a sua razão de existir. Se Kain coabitou com alguma de suas irmãs, onde, dentro das Inspiradas Escrituras, tal fato poderá ser mostrado? E se alguma de suas irmãs o acompanhou quando ele foi banido de sua terra, onde existe a indicação evidenciada para isso? Que o visto seja mostrado; que o anunciado seja ouvido; Para que o testemunho dado não seja causa de escândalo e vergonha perante o Eterno YHUH.
    Quando fiz a pergunta por meio de alguns comentários expostos em páginas da NET, tive como objetividade mostrar que nenhum ser humano, a começar por mim, deve se achar no direito de ser conhecedor de todas as coisas. Nessa visão, cada um se contente com o que lhe é dado pela presença do Ruach distribuindo do que obteve, sem deixar de receber do que ainda não recebeu.


    Sem arrogância,

    Yahoshafat Bem Yaakov.

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  13. (João 4:22) . . .Adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação se origina dos judeus.

    Se a salvação vem é por meio dos Judeis, hoje sabemos que os judeus lá no seu idioma se chamam é Yahudim, lá está o sagrado Nome de Yahu, bastava isto, mas á sempre aqueles que gostam muito de rabaixar os pobres do s Judeus, mas eles são muitos ricos neste sentido, e o próprio messias, o verdadeiro o Yahushua, também era Judeu, e não aquele jesus romano, e o jeová romano.

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