Mostrando postagens com marcador Psicologia e TJ's. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Psicologia e TJ's. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O QUE SERIA UMA TESTEMUNHA DE JEOVÁ LIGHT?




O que seria uma "Testemunha de Jeová Light"? 


Ela frequenta esporadicamente as reuniões mais no papel de um visitante, e, como visitante, observa toda a dinâmica do local interagindo muito pouco. 


Ela ouve os discursos, mas o tempo todo os questiona. Está presente, mas não se sente fazendo parte do todo. Discorda de alguns temas, principalmente de dogmas fechados. Seu questionamento é interior, solitário, sem ter para quem falar.

É uma pessoa que está no local, porém não se identifica com o todo. Até quando conversa com seus colegas de fé, sente que não há sintonia. Ela parece mais um expectador de tudo, que vê tudo na contra mão .

Olhar tudo na contra mão proporciona a ela uma visão diferente de tudo. Mas andar na contra mão é cansativo, pois você tem que desviar de tudo e de todos o tempo todo, senão você se choca literalmente. Quando passa por situações de enfrentamento, por exemplo: por que não é pioneiro, por que faz faculdade, por que viaja tanto, por que faltou à reunião, por que suas horas de campo estão baixas, ou seja, por que destoa tanto do resto? Ela tem que dar alguma resposta, que nem sempre é o que pensa de verdade.

Mas quando sai dos arredores da religião, se sente inteira, mais à vontade. Lá fora sim, ela é autêntica - ela se sente livre. Cansa driblar tanto o crente como o descrente, pois mesmo fora da religião tem que ficar atento, se equilibrando para não "dar bandeira" e destoar tanto do que se espera de uma clássica Testemunha de Jeová.

Ela tenta tanto se equilibrar nessas duas pontas, que se desgasta. Muitos passam a apresentar sintomas de ansiedade e de depressão - sentem falta de um interlocutor que os ouça sem moralismo. Com quem falar sobre essas duas pessoas que os habitam e que brigam entre si?

Por que uma pessoa, se torna uma "Testemunha de Jeová light" ?

Para poder continuar fazendo parte de algo com que não concorda plenamente, sem 'sair do armário' metaforicamente falando, pois se sair deste armário, vai ter que travestir uma outra roupagem bem diferente do que esperam que ela vista.

Tem pessoas que se casam com um concrente. Os membros de sua família imediata são todos Testemunhas de Jeová. Como esta pessoa vai se desligar da religião sem causar um grande desconforto a esta família? Ou até seu trabalho poderia ficar comprometido, pois todas as suas referências profissionais são irmãos de fé.

Ser light não necessariamente é ser leve, livre e sim um atalho para que ela possa continuar dentro, mas estando na beirada. Sem decidir categoricamente se continua na beirada, se vai para o meio ou se sai deste contexto todo.

Muitas Testemunhas de Jeová light na verdade preferiam ser mais crédulas, não tão críticas e analíticas. Seria muito mais cômodo não ter tantos questionamentos e simplesmente acreditar no que ouvem e se identificar com isso.

São pessoas críticas em tudo e obviamente vão ser no quesito religião. Mas, como não há espaço para questionamentos dentro da religião, elas padecem por serem diferentes da maioria, e vivem solitárias e amarguradas.

Para estes, o ser light se torna a única saída do momento. A pergunta que muitos se fazem é:

"Tem espaço para mim aqui dentro? Amo o nosso Deus mas, discordo de muitas coisas. Para onde eu vou então?"


Dr.BArilla


Artigos relacionados:

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

AS ANGÚSTIAS DE VIVER DENTRO DA CAIXA



Começa aqui a série de artigos que profissionais da saúde irão abordar sobre questões psicológicas de Testemunhas de Jeová e ex-Testemunhas de Jeová. O nome dos profissionais serão resguardados por questões éticas, mas o chamaremos de Dr(a) Barella. Qualquer dúvida ou sugestão comentem abaixo ou enviem mensagem para pascoalreload@gmail.com

Atender no consultório várias pessoas que fazem parte de uma certa comunidade religiosa, faz o profissional da saúde mental ter um olhar bem íntimo com suas convicções, sua maneira de pensar e ser um expectador de situações que só os adeptos entendem.

Atendi muitas pessoas que embora educadas dentro da religião, em algum momento sentem-se aprisionadas, angustiadas, querendo ter o direito de optar por outras coisas, mas no íntimo travam uma luta muito angustiante entre desejar algo oposto ao que foram criados e ser o que esperavam que fossem. Colocarei no decorrer do texto alguns trechos de relatos de pacientes que fui pinçando. São vários casos para mostrar, não meu ponto de vista é obvio, mas como se sente a família do membro que quer se afastar e o que se afasta. 

Pense em alguém que foi educado, desde a tenra idade para seguir fielmente a mesma crença dos pais. Ele nasceu, foi muito amado e a demonstração deste amor parental é justamente fazer esta criança ser educada nos mesmos moldes, pois acreditam fielmente que é correto. Fazer este filho seguir a mesma fé, vai além de uma convicção: é visto como vida ou morte. Seguir o mesmo caminho simboliza viver eternamente e pensar diferente é ser destruído no Armagedom (destruição que pregam ser mundial). Os pais agem na melhor das intenções, são muito bem visto na comunidade que participam...a família toda compartilhando da mesma fé e falam a mesma ¨língua¨(Termo que mostra a igualdade de fé). O problema é quando você se sente diferente deles e não sabe como agir. Como mostrar que não comunga da mesma fé? Como não desapontá-los pensando diferente?

Você estudou todos os livros (se estuda vários livros e revistas pode até se sentir apto a ser um membro) participou desde bem novo das reuniões(reuniões semanais), mas hoje as coisas que ouve não fazem mais sentido. Você não acredita que ser ou não Testemunha de Jeová esteja relacionado com ser ou não sobrevivente deste mundo. Você quer participar de festas e eventos que eles não participam, mas você aprendeu a amar Jeová e sabe que Ele existe, mas agora tem uma questão séria lhe perturbando: como falar para meus pais (ou familiares) que não quero ser conhecida como uma Testemunha de Jeová? Como buscar a minha própria religião ou não buscar nada e apenas acreditar em Deus e ser uma boa pessoa?

¨Aprendi tudo diferente...aniversário é festa pagã, festas de fim de ano são demonstrações claras de paganismo, sobreviver agora para viver plenamente no futuro, priorizar a fé e não valorizar os estudos, casar somente no senhor, sexo após o casamento, amizades só com quem desfruta da mesma mentalidade cristã ...¨


¨Tudo isso vem a minha cabeça, mas ela se processou diferente de tudo isso...hoje acredito nas pessoas, quero ter amigos independente da religião, hoje quero ter árvore de natal, quero brindar por um ano quem sabe melhor, quero viver, quero estudar, progredir na vida, (me lembrei da metáfora do Titanic) hoje quero apenas viver sem culpa e não consigo.¨

Esses trechos foram de pacientes que ao longo dos atendimentos deixaram escapar como se fosse um grito, um grunhido vindo lá de dentro da alma. Dizem que dá medo até de expressar isso na terapia, pois seria uma apostasia querer algo diferente do que foram ensinados?(pensar diferente, questionar alguns dogmas é considerado apostasia, ou ato de rebelar-se contra aos ensinamentos) .

O que vejo são jovens, pessoas também maduras, que num momento da vida não se encaixam mais no formato que foram criados. É muito angustiante querer ficar na caixa não cabendo mais lá dentro. Ficar asfixiado e fingir que pode respirar tranquilamente. É muito solitário este processo de fingir dentro estando emocionalmente fora.

Os pais (ou familiares) por sua vez ficam perdidos, o que fiz de errado? Será que pressionei demais ou fui muito permissivo? Os pais sentem o livre-arbítrio de seu filho como uma grande demonstração de desamor.

O filho quer ter a dignidade de poder optar para onde ir e seus pais sentem impotentes diante do ir e vir de seu filho. Fora a repercussão dentro da congregação...agora todos olham para o Ancião (equivalente a um pastor) pai de família, um bom homem que sempre apostou no bem estar de todos, agora como alguém perdedor, incapaz de fazer seu próprio filho se tornar um concrente, ou seja, caso ele respeitar o livre arbítrio do filho, mostra para todos da congregação que ele é incapaz na sua própria casa. Sendo incapaz, ele perde o cargo de ancião. Aquele ser que tem como obrigação chamar as ovelhas perdidas e acolhê -las e não pode deixar que uma ovelha (seu filho) siga seu próprio percurso.

Alguns filhos sentem muita angústia, amam seus pais, mas não querem seguir algo que não lhe faz sentido. Como achar que a liberdade é seguir o mundo se o que é ensinado é oposto? Ter liberdade é encontrar ¨a verdade ¨e estar no mundo é que é ser cativo, aprisionado .

Como respeitar quem não consegue ficar no tamanho que dizem ser o certo?

Se encolher pelo resto da vida ou se alargar e sair da caixa e assumir o risco de não ser bem aceito pela família?

Não estou favorecendo nem ficar na caixa e nem sair dela ... favoreço o livre arbítrio sem culpa. Favoreço o amor pelo filho independente da sua escolha. Favoreço amar o próximo como a ti mesmo! Favoreço não pressionar este pai de família, olhando para este homem com desdém.

A dignidade de ter o livre arbítrio é algo muito profundo e que diminuiria a culpa dos que se afastam, ou que estão presentes, mas ausentes de alma, dentro das reuniões. Amar o próximo é respeitá-lo como um ser que deseja, que anseia, que tem medo, que olha para o céu e tem uma profunda admiração pelo SER Supremo !



terça-feira, 4 de setembro de 2012

COMO A TORRE DE VIGIA DIZ PARA SEUS JOVENS SURDOS, QUE NÃO DEVEM SE MASTURBAR?



A sexualidade dentro de qualquer religião repressora é um assunto muito delicado, pois o tema ainda é tabu nas tribunas e congregações de várias religiões, porém o que observamos em muitos casos é a intromissão de pessoas (com cargos “eclesiásticos” e pastorais) na vida íntima de outros, sobre o pretexto de estar seguindo o que a Bíblia pede. Não vou entrar no mérito da questão sobre o que pode ou não pode ser considerado “aceitável” entre quatro paredes sob a ótica cristã, mas vou criticar o abuso de religiões que praticamente criam guias sobre o comportamento sexual de casais e para seus adeptos solteiros, que são na realidade trágicos e cômicos. As Testemunhas de Jeová tem uma política bastante atuante nesse quesito (fórum íntimo) e são conhecidas por normas rígidas que dizem ser necessárias para manter a pureza, mas ao mesmo tempo se mostram bem abusivas e intimidadoras, o que resulta em situações constrangedoras para casais e solteiros que precisam em muitos casos relatar o que fazem na cama e jovens terem que confessar que se masturbam para anciãos (pastores das TJs) . Ou seja, muita dissimulação e pouco preparo por parte de anciãos ou pastores para conversar com pessoas sobre a sexualidade que Deus nos deu. O vídeo acima, entra para mais uma dessas tentativas de “educar” e “disciplinar” os impulsos sexuais dos jovens (no caso usando a linguagem de surdos e mudos) e que acaba se tornando constrangedor, pois os gestos feitos acabam sendo mais obscenos que a tentativa de impedir que isso aconteça. Salientando que o respeito pela linguagem de sinais é algo incontestável, mas não dá para esconder que o vídeo acaba sendo uma boa maneira de rir um pouco dessa tentativa de controle da masturbação e dos jovens. Quem não rir dos gestuais do rapaz do vídeo "bom sujeito não é. Ou é ruim da cabeça ou doente do pé" parafraseando a marchinha de carnaval.
Fontes do vídeo:

quinta-feira, 14 de abril de 2011

POR QUE AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NÃO PARTICIPARAM DO CULTO ECUMÊNICO EM HOMENAGEM AS VÍTIMAS DE REALENGO?



Essa foi a manchete no jornal “Estadão”: 

Religiões se unem em homenagem às vítimas do massacre em Realengo. 


O arcebispo do Rio, dom Orani João Tempesta, rezou uma missa de sétimo dia pela morte das crianças. Em seguida foi realizado um ato ecumênico em frente à Escola Municipal Tasso da Silveira, com a participação de católicos, umbandistas, candomblecistas, judeus, muçulmanos, wiccanos, ciganos, evangélicos, hare krishnas, entre outros segmentos. 
http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,arcebispo-do-rio-celebra-missa-em-frente-a-escola-do-massacre-de-realengo,705664,0.htm 


CONSIDERAÇÕES DO BLOG:

Por que não vimos nenhum representante das Testemunhas de Jeová no local para dar uma palavra de apoio aos familiares das vítimas? O que impediria essa denominação religiosa de oferecer consolo aos necessitados, conforme a Bíblia incentiva? Vale salientar, que o assassino foi em diversas matérias, associado às Testemunhas de Jeová, o que rendeu até um pronunciamento do seu representante oficial no Rio de Janeiro (Antônio Marcos Oliveira) e que continha muitas inverdades, que foram denunciadas no link abaixo: 
http://extestemunhasdejeova.blogspot.com/2011/04/por-que-o-representante-das-testemunhas.html

Vamos expor então, o real motivo dessa “ausência”. A revista “Despertai”, uma publicação distribuída pelas Testemunhas de Jeová para o público em geral, cita Sergei Ivanenko, um respeitado teólogo russo, que analisou o comportamento dos seus membros e que mostra como as Testemunhas de Jeová consideram todas as outras religiões do mundo.

 *** Despertai 1997 22/agosto p. 27 As Testemunhas de Jeová na Rússia ***
“Outro ponto sensível é a atitude negativa das Testemunhas de Jeová com relação ao contato inter-religioso, e sua rejeição do ecumenismo. Elas acreditam que o mundo cristão traiu a Deus e a Bíblia, e que todas as outras religiões são um erro desastroso. As Testemunhas de Jeová comparam essas religiões à ‘meretriz de Babilônia’, e sustentam que estas terão o mesmo destino dela. Uma edição recente de ‘Despertai!’ diz que o fim de várias religiões está próximo, e que a única religião que permanecerá é a que as Testemunhas de Jeová pregam.

Notem, que a ideia de condenar e julgar os outros como uma meretriz impura, foi vista como uma das principais características do matador e aparece no texto acima, como uma característica das doutrinas das Testemunhas de Jeová que consideram a sua religião como a única correta aos olhos de Deus.
Essa ideia de pureza espiritual é novamente imposta entre as Testemunhas de Jeová, ao padronizar o proceder e atitude discriminatória para com ex-adeptos, que são julgados como apóstatas e que comem na mesa do demônio (impuros). Ou seja, existe um manual para ser seguido por todas as Testemunhas de Jeová, onde nem mesmo um “oi” ou cumprimento possa ser dado e isso se amplia entre familiares, ocorrendo em muitos casos, o afastamento de parentes por ordem das lideranças das Testemunhas de Jeová. Na sua publicação chamada “Amor de Deus” existe essa orientação de separar os puros (Testemunhas de Jeová) dos impuros:

*** lv p. 207 Como tratar uma pessoa desassociada ***
Nós não nos associamos com desassociados, quer para atividades espirituais, quer sociais. A Sentinela de 15 de dezembro de 1981, página 21, disse: “Um simples ‘Oi’ dito a alguém pode ser o primeiro passo para uma conversa ou mesmo para amizade. Queremos dar este primeiro passo com alguém desassociado?”

CONSIDERAÇÕES FINAIS DO BLOG:
A liberdade de crença, sempre deve ser respeitada, mas até quando os excessos e fundamentalismos religiosos vão ser aceitos e tolerados por uma sociedade que visa a paz e a união de todas as pessoas?
Podemos então, concluir que vivemos numa época em que devemos ter como meta a tolerância à diversidade religiosa, o respeito à autonomia do ser humano e principalmente a consciência de amar incondicionalmente o meu próximo. 

domingo, 10 de abril de 2011

FOTOS MOSTRAM, PUBLICAÇÕES DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, NA CASA DO ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO!


A casa onde o atirador Wellington Menezes de Oliveira, 24, cresceu na rua Jequitinhonha, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, foi arrombada e amanheceu pichada e depredada neste sábado (9). Vários exemplares da Bíblia Sagrada e livros associados à corrente evangélica Testemunhas de Jeová foram encontrados.

POR QUE O REPRESENTANTE DAS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ, MENTIU AO TENTAR AFASTAR A HIPÓTESE DO ATIRADOR TER FREQUENTADO SUA IGREJA?


O representante das Testemunhas de Jeová no Rio de Janeiro, pronunciou-se sobre o caso do assassino que tirou a vida de várias crianças numa escola estadual. Até o momento, não existia algo de concreto que pudesse associar tal criminoso a denominação religiosa, apenas informações de um amigo do assassino que dizia ter sido Testemunha de Jeová e que ambos tinham sido expulsos.
Com certeza, seria exagero e uma inverdade, associar as Testemunhas de Jeová, um incentivo a criminalidade ou que adeptos ou ex-adeptos poderiam a qualquer momento sair atirando nas pessoas. Isso realmente não procede!
Porém, o pronunciamento desse representante fez acender uma luz vermelha de preocupação. Por que ele mentiu nas suas declarações? Isso fica flagrante em vários trechos que vamos analisar aqui.
CITAÇÕES DA REPORTAGEM

O superintendente do circuito RJ-07 das Testemunhas de Jeová, Antônio Marcos Oliveira, negou que Wellington Menezes de Oliveira, autor do massacre em uma escola em Realengo, no Rio de Janeiro, foi expulso de sua congregação por discordar da postura religiosa da entidade, em 2009. Segundo ele, enquanto criança, o criminoso frequentou o templo, que atualmente está instalado no Jardim Sulacap, na zona oeste da cidade, mas desistiu da crença no início da adolescência."Nenhuma testemunha de jeová pode ser excluída de sua congregação", disse.

ANÁLISE DO NOSSO BLOG

Aqui começa a primeira mentira. Toda Testemunha de Jeová bem sabe que existem duas formas de sair dessa denominação religiosa. Uma, é pedindo um desligamento, chamado de dissociação. Outra forma, é sendo expulso da congregação, procedimento chamado de desassociação. Em ambos os procedimentos, as pessoas que saem ou são expulsas, são vítimas de discriminação religiosa e morte social, pois nenhuma Testemunha de Jeová pode mais falar com tais pessoas, pois viraram impuros. Quem desobedecer aos líderes das Testemunhas de Jeová, também podem ser expulsos se conversarem com ex-adeptos.

CITAÇÕES DA REPORTAGEM

Antônio Marcos Oliveira argumentou que o templo não trabalha com cadastramento de membros e, por esse motivo, a reportagem do UOL Notícias não teve como checar se os nomes de Wellington e do suposto melhor amigo constam em uma hipotética lista de fiéis.

ANÁLISE DO NOSSO BLOG

Mais uma mentira, que levanta suspeitas sobre a real intenção desse pronunciamento. Todas Testemunhas de Jeová batizadas e simpatizantes aprovados na congregação, possuem um cartão de identificação, com endereço e todas as atividades teocráticas feitas na congregação. Ou seja, está a disposição para todos os anciãos (pastores) das Testemunhas de Jeová analisarem na hora que quiserem. Por que tal encobrimento da verdade? Por que esconderem tais informações?

Fonte da reportagem:

AMIGO DO ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO, FALA DO PASSADO DELES COMO TESTEMUNHAS DE JEOVÁ!


A Polícia Civil do Rio de Janeiro vai apurar as informações de um homem que teria sido o melhor amigo de Wellington Menezes de Oliveira, o atirador que invadiu a escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio, na última quinta-feira (7) matando 12 alunos. Oliveira também morreu na ação. 

O suposto amigo afirmou que também foi aluno da escola Tasso da Silveira e que conhecera Wellington em um templo das Testemunhas de Jeová, há cerca de quatro anos. Segundo o rapaz, que é mais velho do que o atirador, eles rapidamente se identificaram pela devoção religiosa e pelo fato de ambos terem sofrido bullying durante os anos nos quais estudaram na unidade educacional.
"Aquele colégio era cheio de garotas ‘fogosas’. O pessoal até achava que eu era gay, pois as meninas chegavam passando a mão e eu me mantive puro, pois a fornicação é condenada pela sagrada escritura", disse o suspeito. Na carta de suicídio, o atirador também usou o verbo "fornicar" de forma a condenar a prática sexual.

De acordo com o amigo, o templo que ambos frequentavam ficava em Realengo, mas acabou se transferindo para outro bairro, Wellington e outros jovens foram expulsos em 2008 da entidade por uma determinada liderança religiosa. Em tese, eles teriam entrado em conflito com o "superintendente" das Testemunhas de Jeová na região.

A testemunha afirma que a pressão religiosa foi fundamental para a construção da personalidade criminosa de Oliveira.

Ele diz que não esperava que o amigo fosse capaz de invadir uma escola e disparar contra crianças, mas afirma que chegou a suspeitar que Oliveira pudesse cometer algum crime, já que formulava ideias terroristas.
Coincidências

O amigo citou ainda o nome de uma suposta seita que o atirador começou a seguir pela internet: "Os 13 Iluminados". O rapaz associou o massacre de Realengo com o atentado terrorista contra as torres gêmeas de Nova York, no dia 11 de setembro de 2001. "Tudo aconteceu no dia 7 de abril [o massacre na escola]; se você somar sete e quatro são 11. Quantas mortes foram confirmadas até agora? 13. Qual é o nome da seita que ele seguia? Os 13 Iluminados. Tudo está ligado", afirmou.

Em tese, o criminoso teria queimado o próprio computador para que a seita não fosse investigada.

sábado, 9 de abril de 2011

NOVAS INFORMAÇÕES, MOSTRAM RELAÇÃO ENTRE O ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO, COM AS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ!


É, dessa vez parece que a Torre de Vigia não vai conseguir escapar dos holofotes sob uma perspectiva negativa. Pelas declarações abaixo, dá para entender que Wellington (assassino) foi desassociado (expulso da igreja) por influência de algum superintendente das Testemunhas de Jeová.

Anciãos (pastores) estariam envolvidos em alguma espécie de perseguição ao atirador e seu amigo, também ex-Testemunha de Jeová.
Outra pessoa, nesse caso uma vizinha, ressalta o caráter anti-social das TJs. O melhor amigo do assassino cita ainda o texto sobre "más companhias" que estragam "hábitos úteis". Some-se a tudo isso o bullying e uma mente doentia...

Vale ressaltar o aspecto discriminatório da desassociação (expulsão), que impede todos os antigos "irmãos" de fé e familiares a manterem contato com o expulso. Ou seja, até mesmo um simples "oi" é proibido e caso alguém descumpra tal ordem da liderança das Testemunhas de Jeová, poderá ser também expulso e decretada sua morte social. Poucas pessoas suportam tal ato, imagine quem tem distúrbios psicológicos.

P.S.: E o serviço de alerta do Google entupiu essa madrugada o e-mail dos seguidores da notícia "Testemunhas de Jeová" com notícias ligadas ao massacre. Propaganda negativíssima para a Torre às vésperas da Comemoração da Morte de Jesus.


CITAÇÕES DA REPORTAGEM:


De acordo com o amigo, o templo que ambos frequentavam ficava em Realengo, mas acabou se transferindo para outro bairro, não identificado, da zona oeste. G.S. contou que ele, Oliveira e outros jovens foram expulsos em 2008 da entidade por uma determinada liderança religiosa, que ele não quis citar o nome. Em tese, eles teriam entrado em conflito com o "superintendente" das Testemunhas de Jeová na região.


"Ele me expulsou porque eu discordava do discurso mentiroso dele, ele queria que eu fizesse tudo o que os anciões mandam. (...) Por isso ele me considera até hoje um inimigo do templo", alegou, novamente sem identificar os envolvidos.

G.S. afirma que a pressão religiosa foi fundamental para a construção da personalidade criminosa de Oliveira. Ele diz que não esperava que o amigo fosse capaz de invadir uma escola e disparar contra crianças, mas afirma que chegou a suspeitar que Oliveira pudesse cometer algum crime, já que formulava ideias terroristas.
(...)
O amigo de Oliveira também chegou a insinuar uma espécie de "justiça" em relação aos seguidores das Testemunhas de Jeová, dando a entender que o massacre em Realengo seria uma resposta "àqueles que se colocam acima de Deus".
(...)
Segundo esta vizinha, toda a família do rapaz segue as Testemunhas de Jeová e por isso não falaria com ela, que é de outra religião.

Os investigadores do massacre na escola afirmaram que pretendem checar a veracidade das declarações até a próxima semana e passá-las à chefia da Polícia Civil, que dará continuidade ao processo.
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/09/policia-vai-apurar-declaracoes-de-suposto-melhor-amigo-que-revela-detalhes-do-passado-religioso-de-atirador-do-rio.jhtm

Fonte: Texto feito por Jerry Guimarães e complemento de pascoalnaib.
http://extestemunhasdejeova.net/forum/viewtopic.php?f=16&t=8048&start=110

sexta-feira, 8 de abril de 2011

ATIRADOR DO RIO DE JANEIRO, TINHA MÃE TESTEMUNHA DE JEOVÁ E JÁ HAVIA FREQUENTADO TAL DENOMINAÇÃO RELIGIOSA!


Temos repulsa pelo que aconteceu devido a nosso instinto de sobrevivência. E o que torna tudo mais chocante é que o crime foi contra crianças, ou seja, justamente aqueles que nos sucederão. A empatia e a solidariedade são características não apenas dos humanos. Outros animais também se preocupam em preservar a si mesmos, suas crias e mesmo as crias de outros casais.

A crença na existência de Deus não impede a prática de crimes chocantes. Acontece até de estimulá-los, como temos visto na história. Esse, entretanto, não parece ter sido o caso específico em questão. Mas a crença na existência de Deus e na volta de Cristo não deixou de dar um certo conforto e esperança ao assassino.

RELATOS DA IMPRENSA
Uma outra vizinha conta que Wellington foi adotado com alguns dias de vida por um casal que já tinha outros cinco filhos. Ela se recorda da mãe adotiva do atirador comentar que ele tinha problemas de comportamento, e que, na infância, chegou a ser tratado por psicólogos. Ainda de acordo com essa vizinha, o rapaz foi por muitos anos da religião Testemunha de Jeová, a mesma dos pais adotivos. “A mãe dizia que ele costumava bater a cabeça na parede e, depois de adulto, chegou a ameaçá-la de agressão”, lembrou ela.

A mulher, que se identificou como Rosilaine, contou à rádio que o rapaz foi adotado pelos pais dela quando nasceu, que a mãe morreu há dois anos e que Wellington deixou a casa há oito meses.
“Minha mãe era Testemunha de Jeová e ele não seguiu a religião dela. Ele saiu fora. É só o que eu posso passar”, afirmou.


O pouco que se sabia de Wellington na rua (onde morava com os pais) era que era religioso. E com tendências ao fanatismo: com os pais que o adotaram, freqüentava um templo de Testemunhas de Jeová. Na rua, como contam alguns vizinhos, ele evitava falar com quem não era de sua religião. “Passava de cabeça baixa, não dirigia a palavra”.


"Ele nunca foi violento, não fazia arruaça, não atirava pedras e não brigava na rua. Era simplesmente quieto e a gente respeitava o jeito dele de ser. O Wellington passava a maior parte do tempo no quarto, em frente ao computador. Estou chocada", disse Edna de Lira Ferreira, 55 anos, dona de casa e vizinha do atirador. 
Segundo ela, Wellington e a família que o criou eram fieis da igreja Testemunhas de Jeová. Ele tinha cinco irmãos, filhos biológicos dos seus pais adotivos, e trabalhava em uma empresa de alimentos. Quando sua mãe biológica morreu, há cerca de um ano, ele teria pedido demissão da empresa. Além disso, o atirador tinha um cachorro e um gato.
"A gente passava na rua e ele baixava a cabeça, não cumprimentava. Apesar de ser antissocial, ele nunca demonstrou violência", afirmou Elma Pedrosa, 50 anos, babá. Os vizinhos também disseram que Wellington não teria servido ao Exército e nem à Polícia Militar, estranhando a habilidade dele com armas.

...ele evitava falar com quem não era de sua religião.

Os vizinhos também disseram que Wellington não teria servido ao Exército e nem à Polícia Militar, estranhando a habilidade dele com armas.


Fonte: Os dois primeiros parágrafos escritos por Jerry e o restante uma compilação das matérias publicadas na mídia. Para mais informações acessem:




sábado, 24 de março de 2007

QUAL CAMINHO DEVO SEGUIR - Texto Pascoal Naib

Pois é, não faço parte mais das Testemunhas de Jeová, não me vejo mais preso a regras que se disfarçavam de divinas, mas que na realidade eram mandados de homens, então a nova pergunta surge: O que fazer agora? Devo entrar para outra religião? Devo desacreditar de todos e de Deus? Esquecer de tudo que lembra religião e espiritualidade? Bem, é bom nos acostumarmos com uma coisa: ninguém vai mais decidir por nossa vida, o controle agora está em nossas mãos, eis nossa nova responsabilidade.
Para uma Ex-Testemunha de Jeová, a desconfiança é algo presente em sua vida, quer queira ou não, muitos preconceitos oriundos da Torre de Vigia, ainda estão bem vívidos e isso causa uma estranheza para com o mundo real em que a Ex-TJ vai passar a encarar! É também visto que muitos que saem não conseguem controlar sua revolta e por vezes se tornam muito agressivos e nem se dão conta disso. Outros tentam abraçar o mundo e fazer tudo o que não tinham feito e acabam por se exceder até mesmo em vícios. Por tudo isso uma Ex-TJ também pode se sentir desconfiada desses também Ex-TJs que propagam os erros da Torre de Vigia. Num primeiro momento pode-se adquirir certo repudio por tudo que seja relacionado com religião, um afastar-se de conglomerados de religiões oficiais que se dizem donas da verdade, e vale ressaltar, isso é bem diferente de um afastar-se do espiritual.
O problema não é a religião ou a falta dela como outros tantos falam. Tudo isso é algo criado por nós, são representações do nosso convívio social. A forma como guiamos nosso pensamento isso sim é perigoso, pois o homem tende a colocar muitas regras para um maior tranqüilidade do seu ser e questioná-las depois de tanto tempo é um risco, principalmente para quem detém o poder e o conhecimento disso! Com certeza o convívio entre as pessoas é algo muito natural de nossa espécie, o homem um animal social. Quem não gosta de ouvir uma boa piada ou um bom ombro amigo, então isso independe de religião.
Esse novo “redescobrir” do seu eu, da sua VERDADE, não pode, porém ter o mesmo vício da religião anterior. Buscar a VERDADE pode se tornar uma busca pessoal de impor suas verdades aos outros, assim baseado no amor é melhor que nossa verdade não sucumba a essa tentação, e quem somos nós pra dizer que achamos a estrada certa?
Cada um deve trilhar seu caminho espiritual, mas tendo em conta o amor ao próximo como algo realmente importante. Não só por palavras ou leitura de livros ou intermináveis debates, se isso é certo ou não, mas agindo. Isso é algo importante nesse nosso novo caminhar, pois vamos poder observar o próximo como um ser humano tão complexo e limitado como nós somos, não vai existir essa de “raça” escolhida, VERDADE única.
“Não se nasce junto, entretanto, se prevalecerem os pré-conceitos e os enquadramentos em algum esquema cultural. Eles representam concepções cristalizadas que impedem fazer uma concepção nova que nasce do encontro dos dois. Os pré-conceitos são obstáculos e barreiras ao verdadeiro conhecimento, nem sempre fácil de serem superados”. (Leonardo Boff)
Por isso, que devemos nos atentar na seguinte questão: ajudar uma pessoa não significa somente destruir a sua fé ou a sua ideologia, isso é muito fácil, o mais difícil é ajudar as pessoas a construírem outros caminhos, que possam ser melhores do que os anteriores! Educar e informar pelo medo e pelo ódio, só leva a amargura do coração. Informar sim, advertir sim, expor erros sim, tudo isso é válido. Mas quando faço isso somente com ódio e amargura, quão seguro são minhas informações? Onde a razão fica? Perde-se o equilíbrio de tudo assim! Já dizia o filósofo:”Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte vosso direito de dizê-las!” (Voltaire)

sábado, 17 de março de 2007

SAINDO DA TORRE, O QUE PASSOU, PASSOU!

"Certamente não há ninguém que olhe para trás de vez em quando e, ao se lembrar de acontecimentos passados, fique impassível, sem algum forte sentimento. Há pelo menos 3 categorias de lembranças: as ruins, que gostaríamos de esquecer; as boas, que gostamos de lembrar; e as mal resolvidas, que insistem em martelar nossa cabeça. Especialmente para as ruins e para as mal resolvidas, que volta e meia nos atormentam, costumamos nos autoconsolar, afirmando que não se pode mudar o passado e não adianta chorar pelo leite derramado. Queremos acreditar que o que passou, passou e nada podemos fazer para modificar os fatos passados. Não é verdade.
Mas qual é a melhor maneira de organizar o que passou para seguir em frente? Encaixotar lembranças e jogar num canto escondido de nossa consciência não parece ser a melhor saída, e deixar as lembranças tão presentes que sufocam, muito menos. Há que se achar o equilíbrio, afinal, o que passou, passou...mas importa. Então vamos à faxina! Consultar os porões da memória e relembrar aquelas coisas não tão agradáveis pode ser uma prática necessária. A importância de reviver essas experiências é a enorme influência que elas exercem em nossas vidas. Para os estudiosos, esses impulsos desconhecidos se expressam de forma disfarçada em nossas escolhas pessoais, nossas convicções e nossos hábitos e até provocando comportamentos que prejudicam a outros e a nós mesmos. Por isso, para deixar um fato mal resolvido para trás é preciso, primeiramente, reviver esse fato e entender seu impacto. Não tem outro jeito. Vamos ter que mexer nesses arquivos, pois o que passou, muitas vezes não passou totalmente. Analisando isso, só assim vamos em frente em busca de novas experiências, vivendo a vida real, a liberdade do momento presente, e não um passado que aprisiona".
(Eugênio Mussak)

Esse texto nos ajuda muito com nosso rompimento com a Torre de Vigia, vale ressaltar, que diferentes acontecimentos têm impactos diferentes sobre pessoas diferentes. Já conversei com Ex-Testemunhas de Jeová que passaram tranqüilamente para uma nova fase de sua vida, porém já encontrei muitas que estavam sem chão, humilhadas, envergonhadas, com sentimentos de culpa exagerado e com muita dificuldade de “viver” no mundo real, fora dos muros da Torre. (Pascoal Naib)
“O que acontece é que, de repente, a pessoa percebe que não está acompanhando o curso natural das coisas. Ficou para trás, enquanto amigos e colegas já estão encaminhados, prontos para uma nova etapa. A frustração de não ter evoluído, por estar perdido em um tempo que já tinha passado, pode levar a uma contínua estagnação e mais perda de tempo.
O passado pode ensinar, mas não pode ser vivido de novo. O futuro pode ser construído, mas só será vivido quando virar presente. Com o passado, fazemos as pazes e, se não o compreendemos bem, pelo menos o aceitamos. Entrar em harmonia com as lembranças, romper as amarras, permitir-se seguir em frente e, principalmente, permitir que o passado se vá, eis o conselho". (Eugênio Mussak)

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

AUTOAVALIAÇÃO PARA UMA EX-TESTEMUNHA DE JEOVÁ.



Acreditamos que qualquer mudança começa com uma autoavaliação honesta. Esse teste é apropriado para ex–membros das Testemunhas de Jeová ou mesmo para Testemunhas de Jeová que já não conseguem viver dentro dessa denominação.

Sendo uma autoavaliação, servirá apenas para você ter uma ideia de como você está diante de sua vida, de como você foi afetado ou ainda é afetado pelas diretrizes da Torre de Vigia.

Após minha saída das Testemunhas de Jeová:

- tenho dificuldades ou bloqueios para expressar meus sentimentos?

- tenho dificuldade de relacionamento (familiar, no trabalho, social ou afetivo)?

- tenho poucos amigos ou incapacidade de fazer novas amizades fora das Testemunhas de Jeová?

- sinto muita raiva quando ouço ou vejo algo relacionado com as Testemunhas de Jeová?

- sinto uma insegurança muito grande nas minhas decisões tomadas no dia a dia?

- sinto-me deixado “de lado” ou não fazendo parte da “turma”, de algo especial?

- sinto muita solidão?

- sofro de apatia ou “congelamento” emocional (sentir as emoções ou sentimentos de forma mais apagada)?

- sofro de depressão ou “sensação de ruína?”

- tenho fortes hábitos de isolamento ou de fuga social (fugir dos encontros, contatos ou envolvimentos, em relacionamentos em grupos)?

- sofro de ansiedade persistente ou um estado geral de tensão?

- sinto um enorme “buraco” de carência afetiva em meu peito?

- tenho complexo de inferioridade ou complexo de culpa por ter sido expulso ou saído das Testemunhas de Jeová?

- sou ultra-sensível a críticas ou à rejeição após sair das Testemunhas de Jeová?

- tenho dificuldade de me impor, de me defender ou impor limites aos outros?


Depois de ler essa autoavaliação você deve ter chegado a uma conclusão pessoal de como você está. Sugerimos que você continue a fazer regularmente esse autodiagnóstico para poder superar o que você acha que está incomodando-o. 

Um segundo momento é procurar por amigos em quem você acredita, que possa confiar e discutir com eles suas respostas da sua autoavaliação. Também é importante ter contato com pessoas que passam ou passaram a mesma situação. Nesse caso grupos de ex-Testemunhas de Jeová na Internet e no Facebook pode ser de grande valia. Indicamos o Fórum Ex-Testemunhas de Jeová para pesquisa inicial. O link se encontra logo abaixo:

http://extestemunhasdejeova.net/forum/portal.php
Caso ainda continue a se sentir nas situações indicadas no teste não hesite em pedir ajuda profissional. É muito importante para você!