sábado, 4 de junho de 2011

É curioso perceber, que na maioria das vezes em que a denominação religiosa “Testemunhas de Jeová” é citada pela imprensa, sempre existe uma polêmica ou situações que nenhuma pessoa acreditaria estar ocorrendo em pleno século XXI. Isso vem acompanhado, de uma total falta de explicação dos seus líderes religiosos ou com uma explicação maquiada, que beira a desonestidade. Basta reler os artigos sobre o envolvimento do assassino da escola de Realengo com as Testemunhas de Jeová, onde o representante das mesmas mentiu descaradamente, quando falou que não existia a desassociação (exclusão) ou perseguição a ex-adeptos.
Para mais detalhes sobre o depoimento do representante das Testemunhas de Jeová clique no link abaixo.

No programa do Jô, o escritor Fábio Marton divulgava o lançamento do seu livro “Ímpio: O Evangelho de um Ateu”, onde citava os fundamentalismos de várias religiões e até que ponto os membros das mesmas, eram submetidos a situações de riscos sociais e até mesmo risco de morte por seguir doutrinas absurdas.
Seguindo o roteiro de fundamentalismo mais risco de morte, não deu outra: as Testemunhas de Jeová foram logo citadas. Vale retificar, que o transplante de órgãos (citado no programa) não é mais proibido, porém anteriormente num ato de total irresponsabilidade, os líderes dessa denominação religiosa fizeram diversas mudanças, ora liberando e ora proibindo, o que ocasionou diversas mortes, de inocentes adeptos que achavam estar sendo fiéis a Deus.
Para mais detalhes sobre a proibição dos transplantes de órgãos clique no link abaixo.

Porém, um ponto muito importante foi destacado, que é a situação de filhos menores das Testemunhas de Jeová, que em situação de emergência, muitas vezes são impedidos pelos pais e por representantes legais das Testemunhas de Jeová de tomar transfusão sanguínea e aí cabe ao Estado laico intervir para salvar essa vida! 

Texto de pascoalnaib e agradecimentos pelo vídeo ao "Estudante da Bíblia".


Um comentário:

  1. É preciso tirar a irresponsabilidade dos pais sobre os filhos menores na questão das transfusões de sangue, a criança também é cidadão, o Estado precisa cumprir seu papel.
    Se houver denúncias e questionamentos importantes, há a possibilidade de mundanças. Cero ou errado, e sabemos ser essa política da seita errada, ninguém tem o direito de tirar o direito de viver de outro, mesmo seu filho.
    Josita

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